“Sou muito dependente das pessoas, e talvez isso não seja tão bom para mim mesma. Em primeiro lugar penso nos outros e acabo esquecendo de lembrar de mim. Sou um tanto quanto imatura. Não tomo decisões definitivas, sem antes consultar alguém de confiança. Sou muito insegura. Sempre penso nas consequências antes de realizar algo, e muitas vezes eu acabo por não fazer nada. Sou indecisa. Na mesma hora que quero algo, já não quero mais. Sou muito exigente. Espero atitudes das pessoas que eu tomaria, e na maioria das vezes me decepciono. Sou muito orgulhosa. Ou seja, se você não me procurar, não nos vamos nos falar. Sou uma incógnita, um tanto quanto indecifrável. Está pra nascer alguém que consiga entender meus defeitos. Alguém que compreenda todas as minhas manias e neuras. Talvez, até eu mesma terei que nascer de novo para aprender, de verdade, à conviver com a minha personalidade. Definitivamente, eu confesso: Sou totalmente difícil. E se o impossível existir, é certo me aliar à este conceito. Completamente, extremamente, espessamente impossível de lidar. Sim, eu mesma.”